As Melhores do "Vai..."

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Prefeito de Itaguara destaca valorização da relação entre União e municí...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

CPMI do Cachoeira: Paulo Teixeira quer depoimento de juiz federal que te...



O deputado Paulo Teixeira (PT-SP), vice-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investiga a organização criminosa chefiada pelo contraventor Carlinhos Cachoeira, apresentou na semana passada um requerimento propondo que o juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima seja ouvido pela Comissão.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Instituto Lula apóia Fundo Tripartite das Terras Secas da África

 

Foi apresentado na quarta-feira (20), como parte da programação da Rio + 20, o Fundo Tripartite das Terras Secas da África. O presidente Lula foi convidado para o evento, mas não pode comparecer por questões médicas. Ele foi representado por Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, e Celso Marcondes, coordenador executivo para África do Instituto Lula. Também estiveram presentes o presidente da Agência Pan-Africana da Grande Muralha Verde e presidente do Chade, Idriss Déby, o Dr. Sci. Abdoulaye Dia, secretário executivo da agência, os ministros Miriam Belchior, Miguel Raup e Fernando Bezerra e o governador Eduardo Campos.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O julgamento de Mubarak, e a crise no Egito



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Saddam Hussein, Slobodan Milosevic, Charles Taylor, Augusto Pinochet, Alberto Fujimori, Jorge Rafael Videla. A todos esses nomes se integra agora o de Hosni Mubarak, que possui em comum com todos os anteriores o seguinte fato: um ex-Chefe de Estado condenado pelos crimes cometidos pelo seu regime. O seu julgamento foi aclamado pelos egípcios como “o julgamento do século”, e o jornal egípicio Al Masry Al Youm o classificou como o julgamento do “ultimo faraó do Egito”.
 Há algo de significativo no julgamento de Chefes de Estado. São eventos nos quais as chagas do passado são trazidas à tona a fim de restaurar a memória coletiva, retribuir a injustiça cometida contra as vítimas ou familiares de regimes anteriores e, em última instância, legitimar a nova ordem instaurada. Em julgamentos como o de Carlos I da Inglaterra ou de Luís XVI da França, não eram julgados somente os homens, mas sim toda a ordem absolutista do antigo regime. Tal como no Leviatã de Hobbes, representavam as cabeças de regimes derrubados e, uma vez que passam a ser identificados com regimes monstruosos, deixam também de ser homens para se tornarem simbolicamente os monstros cujo sacrifício irá purgar o passado e glorificar a vitória da revolução. Esse sentimento marca a famosa frase de Robespièrre, em seu discurso proferido perante a Assembléia Nacional antes de Luís XVI ser decapitado na guilhotina: “Luís deve morrer, para que a França possa viver”. O mesmo sentimento pode ser percebido no recente julgamento de Hosni Mubarak no Egito.

O povo Ma’dan e a drenagem dos pântanos mesopotâmicos na primeira guerra do golfo (1991)


As planícies mesopotâmicas, localizadas entre os rios Tigre e Eufrates, no atual Iraque, são consideradas por muitos o berço da civilização. Essa região foi o centro da civilização suméria. Além disso, seu registro de ocupação humana remonta a cerca de 6.500 a.C. Foi também nessa região que ocorreu um dos maiores genocídios do século XX.
Até 1991 as planícies mesopotâmicas eram a maior área pantanosa do sudoeste da Ásia. Nessa região pantanosa vivia o povo Ma’dan, também conhecido como os “árabes do pântano”. Trata-se de um povo cuja cultura, etnia, práticas sociais e códigos de conduta descendem diretamente dos beduínos islâmicos. Suas práticas sociais, contudo, foram adaptadas à vida nos pântanos mesopotâmicos, nos quais não somente viviam em harmonia e de modo sustentável com o ambiente local, como também seus meios de vida tradicionais e suas atividades econômicas dependiam intimamente desse ecossistema. O junco que crescia na região, por exemplo, denominado por eles de qasab, era utilizado tanto para a construção de moradia, tapetes, como de embarcações para locomoção na região. A criação de gado adaptado à vida nas áreas úmidas também era uma de suas principais atividades econômicas. Além disso, apesar de reproduzirem diversas práticas do código de conduta dos beduínos árabes, tais como o dever de conceder asilo e hospedagem para visitantes, o povo Ma’dan também possuía práticas sociais únicas, que se refletia nas suas práticas religiosas, nas práticas matrimoniais e nas danças populares. Possuía também um folclore próprio e um conjunto de conhecimentos populares  que se relacionavam ao ambiente local no qual viviam. Exemplo disso é a crença em seres espirituais, semelhantes aos jinn do islamismo tradicional, mas de uma forma adaptada à vida nos pântanos, tais como a crença em anfish e afa, serpentes gigantes que viveriam no interior dos pântanos, ou a crença em Hufaidh, uma espécie de paraíso terreno que se encontraria em alguma região dos pântanos, mas que seria escondida dos homens pelos jinn, os seres espirituais. Em suma, o povo Ma’dan professava uma série de crenças ligadas ao ambiente local em que viviam que eram absolutamente únicas entre todos os outros povos árabes praticantes do islamismo.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Minuto do Presidente PT na Rio + 20

Brasil Carinhoso é fundamental para combater desigualdade, diz Reginaldo...

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Resposta de José Dirceu às agressões da revista Veja e de Arnaldo Jabor

Por José Dirceu, em seu blog:

A bem da verdade, e para esclarecimento público, volto a falar aqui no blog sobre a reportagem com o título “Onde foi Parar o Dinheiro?”, publicada pela Veja desta semana sobre a administração da Prefeitura de Maricá (RJ).

A matéria me aponta como responsável pela nomeação de dois secretários municipais na cidade, o de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Petróleo, Marcelo Sereno, e a de Administração, Maria Helena Alves Oliveira.

Faço-o, hoje, com nota divulgada pela Prefeitura de Maricá, que assegura:

Brasil carinhoso é Brasil cuidadoso, diz @AndreVargas13 sobre programa social

O deputado André Vargas (PT/PR) disse que o melhor investimento que um país pode fazer para a sociedade é aplicar recursos significativos na qualidade de vida e na educação de suas crianças.

"Nós temos uma atenção especial para esse cuidado e sempre debatemos as creches como unidades educacionais. Antes do governo Lula não havia nenhum incentivo para ações como pró-infância, agora vem um incremento muito maior com a presidenta Dilma que é o compromisso de construir seis mil unidades".

O parlamentar petista informou ainda que foram conveniadas 1.200 unidades e isso significa melhor atenção às crianças e que esse conjunto de programas para erradicar a pobreza é de ações desdobradas do Brasil Sem Miséria.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Marco Civil da Internet: Relator fala sobre seminário

terça-feira, 12 de junho de 2012

Dilma Hospital BH