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sábado, 8 de dezembro de 2012

Marcos Coimbra: Na política, “vamos precisar de estômago forte” em 2013


2013 vai ser difícil

Por Marcos Coimbra

Um espectro ronda a política brasileira. O fantasma da próxima eleição presidencial.

Este ano já foi marcado por ele.

Ou alguém acredita que é genuína a inspiração ética por trás da recente onda moralista, que são sinceras as manchetes a saudar “o julgamento do século”? Que essas coisas são mais que capítulos da luta política cujo desfecho ocorrerá em outubro de 2014?

A história dos últimos 10 anos foi marcada por três apostas equivocadas que as elites brasileiras, seus intelectuais e porta-vozes fizeram. A primeira aconteceu em 2002, quando imaginaram que Lula não venceria e que, se vencesse, seria incapaz de fazer um bom governo.

Estavam convencidos de que o povo se recusaria a votar em alguém como ele, tão parecido com as pessoas comuns. Que terminaria a eleição com os 30% de petistas existentes. E que, por isso, o adversário de Lula naquela eleição, quem quer que fosse, ganharia.

O cálculo deu errado, mas não porque ele acabou por contrariar o prognóstico. No fundo, todos sabiam que a rejeição de Fernando Henrique Cardoso não era impossível que José Serra perdesse.

A verdadeira aposta era outra: Lula seria um fracasso como presidente. Sua vitória seria um remédio amargo que o Brasil precisaria tomar. Para nunca mais querer repeti-lo.

Quando veio o “mensalão”, raciocinaram que bastaria aproveitar o episódio. Estava para se cumprir a profecia de que o PT não ultrapassaria 2006. Só que Lula venceu outra vez e a segunda aposta também deu errado. E ele fez um novo governo melhor que o primeiro, aos olhos da quase totalidade da opinião pública. Em todos os quesitos relevantes, as pessoas o compararam positivamente aos de seus antecessores, em especial aos oito anos tucanos.

A terceira aposta foi a de que o PT perderia a eleição de 2010, pois não tinha um nome para derrotar o PSDB. Que ali terminaria a exageradamente longa hegemonia petista na política nacional. De fato não tinha, mas havia Lula e seu tirocínio. Ele percebeu que, Com Dilma Rousseff, poderia vencer.

O PT ultrapssaou as barreiras de 2002, 2006 e 2010.

Estamos em marcha batida para 2014 e as oposições, especialmente seu núcleo duro empresarial e midiático, se convenceram de que não podem se dar ao luxo de uma quarta aposta errada. Que o PT não vai perder, por incompetência ou falta de nomes, a próxima eleição. Terão de derrotá-lo.

Mas elas se tornaram cada vez mais descretes da eficácia de uma estratégia apenas positiva. Desconfiam que não têm uma candidatura capaz de entusiasmar o eleitorado e não sabem o que dizer ao País. Perderam tempo com Serra, Geraldo Alckmin mostrou-se excessivamente regional e Aécio Neves é quase desconhecido pela parte do eleitorado que conta, pois decide a eleição.

Como mostram as pesquisas, tampouco conseguiram persuadir o País de que “as coisas vão mal”. Por mais que o noticiário da grande mídia e seus “formadores de opinião”insistam em pintar quadros catastróficos, falando sem parar em crises e problemas, a maioria acha que estamos bem. Sensação que é o fundamento da ideia de continuidade.

As oposições perceberam que não leva a nada repetir chavões como “o País até que avançou, mas poderia estar melhor”, “Tudo de positivo que houve nas administrações petistas foi herança de FHC”, “Lula só deu certo porque é sortudo” e “Dilma é limitada e má administradora”. A população não acredita nessa conversa. Faltam nomes e argumentos às oposições. Estão sem diagnóstico e sem propostas para o Brasil, melhores e mais convincentes que aquelas do PT.

Nem por isso vão criuzar os braços e aguardar passivamente uma nova derrota. Se não dá certo por bem, que seja por mal. Se não vai na boa, que seja no tranco.

Fazer política negativa é legítimo, ainda que desagradável. Denúncias, boatos, hipocrisias, encenações, tudo isso é arma usada mundo afora na briga política.

A retórica anticorrupção é o bastião que resta ao antilulopetismo. Mas precisa ser turbinada e amplificada. Fundamentalmente, porque a maioria das pessoas considera os políticos oposicionistas tão corruptos – ou mais – que os petistas.

O que fazer? Aumentar o tom, falar alto, criar a imagem de que vivemos a época dos piores escandalos de todos os tempos. Produzir uma denúncia, uma intriga, uma acusação atrás da outra.

Pelo andar da carruagem, é o que veremos na mídia e no discurso oposicionista ao longo de 2013. Já começou.

Vamos precisar de estômago forte.

sábado, 26 de novembro de 2011

Yes, nós temos um Berlusconi. “Yes, we care”

O senador Aécio Neves e a socialite Ana Paula Junqueira foram fotografados saindo juntos de um balada na madrugada de ontem, quinta feira (25) em São Paulo.Os dois foram fotografados no banco de trás de um carro e tentaram fugir dos flashes dos paparazzi.


Aécio Neves dentro de carro com a socialite Ana Paula Junqueira
Ana Paula apareceu recentemente em um vídeo que discute o conflito da USP com outras socialites.

Baladeiro de plantão

Alguém me explica o que o senador tucano Aécio Neves, estava fazendo em plena quinta feira, dia útil, em São Paulo?. Em um dia útil,Aécio caiu do cavalo em Minas. Em outro dia útil, Aécio fugiu do bafômetro no Rio....

Será que ele já foi informado que ganhou dos mineiros uma vaga no Senado, para trabalhar e é pago com dinheiro público?.Vai ver ele não sabe, por isso não fica em Brasília.

Só falta o senador repetir a frase da Luciana Cardoso (filha do FHC): "Se me chamarem eu vou na hora". Ela também recebia polpudo salário em Brasília (também no Senado) sem comparecer ao trabalho. E os tucanos tem a cara de pau de falar em ética.

Fonte: Amigos do Presidente Lula

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Aécio x Minas Sem Censura

Hoje, em seu artigo semanal naFolha de S.Paulo, o senador Aécio Neves escolheu o tema ciência & tecnologia (leia aqui:http://sergyovitro.blogspot.com/2011/09/aecio-neves-inovacao.html).

O bloco Minas Sem Censura, que faz oposição a Aécio no Estado, rebateu com outro artigo (leia aqui:http://www.minassemcensura.com.br/conteudo.php?MENU=&LISTA=detalhe&ID=223).


quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Café Nice, Confraria do Centro de BH


Todos os dias sinto que uma força inevitável me conduz ao centro de BH. Estive, no passado, mais para as bordas e os extremos. A juventude é um tanto fundamentalista em vigor e desejos. Agora, repouso minhas convicções no caminho do meio, na centralidade que começa a vida. É o ponto de espera, chegada e saída. Neste sentido, chego e vou caminhando internamente e externamente no marco central. Sigo a direção da independência e emancipação, rumo à Praça Sete, símbolo totêmico de um povo livre. É deste Belo Horizonte que enxergo o mundo.

No centro repousa um “Pirulito”, obelisco doado pelo povo da vizinha Capela Nova de Betim aos habitantes da capital mineira, por ocasião da comemoração do Centenário da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1922. Desenhado pelo arquiteto Antônio Rego e construído pelo engenheiro Antônio Gonçalves Gravatá, o “Pirulito” foi esculpido de granito e formado por uma agulha de 7m apoiada sobre um pedestal quadrangular adornado por um poste em cada uma de suas arestas. O nome originalmente escolhido para o local foi Praça Doze de Outubro, em homenagem ao dia 12 de outubro de 1492, data comumente atribuída à descoberta da América, por Cristovão Colombo. Há uma inscrição gravada no monumento que diz “Em memória dos grandes e pequenos obreiros da Indepêndencia do Brasil”.

Bem próximo do “Pirulito”, existe um precioso relicário de gente. Coisa preciosa, joia lapidada pelo tempo que os olhos agudos e a escuta aprimorada conseguem captar os movimentos do passado e a crônica do dia a dia. Neste ambiente humano onde se reúnem diariamente a velha guarda, adultos e os moços, histórias são fecundadas e encontra-se a essência da cidade. O Café Nice é ponto de encontro da irmandade. Permita-me lembrar que este nome grego (Nice) significa “Deusa da Vitória”. É neste templo que se percebe o que é essencial na vida. Uma matriz mineira e belo-horizontinha, nossa igreja, sinagoga, templo, terreiro e espaço laico de vencer a trama da vida, de imortalizar momentos com a presença dos bons e leais confrades.

É neste santuário de convivência que está instalado há mais de 72 anos o Nice, que o fundador amigo de todos, Sr. Afonso Caldeira (1916 a 2009), com dedicação e afeto, transmitiu como herança empresarial e espiritual. Na xícara está grafada a alma do idealizador e de seus filhos Renato e Tadeu “deste 1939 fazendo amizades”. Ali, no meio da cidade, Avenida Afonso Pena, 727, ponto tradicional do centro de BH. Sempre foi lugar marcado para discutir política, futebol, carestia, amores, infidelidades, manchetes de jornais e fazer apostas.

Peço licença ao escritor para citar literalmente o texto: “Uma fórmula de sucesso iniciada em 1939. E, embora tudo o que hoje se vê no n° 772 da Avenida Afonso Pena seja fruto dos esforços desmedidos de Afonso Geraldo Caldeira, as origens do Café Nice nos remetem ao Rio de Janeiro e ao Sr. Heitor Resende. Mineiro e dono de espírito empreendedor, Resende foi à capital carioca em fins da década de 30, vindo a conhecer o já consagrado Café Nice da Avenida Rio Branco, reduto onde legendários mestres do samba armavam suas tretas e mutretas. Lá, Pixinguinha, Lamartine Babo, Noel Rosa e Cartola trocavam figurinhas musicais enquanto sorviam cafés, geladas e branquinhas.

Fascinado com o Nice carioca, Resende empolgou-se com a idéia de montar negócio semelhante. Ao saber que uma das lojas abaixo do Hotel Brasil Palace, então em fase final de construção, estava sendo alugada, Heitor Resende edificou seu Nice mineiro, batizando-o Casa de Chá e Leitaria Nice. A Belo Horizonte de então, ainda em crescimento, passou a frequentar a casa com regularidade. Resende viu-se incapaz de administrar um negócio tão frenético e entregou-a, em 1941, aos cuidados de João Caldeira, irmão de Afonso. Este, ainda na calmaria de sua Barão de Cocais, foi chamado por João para ajudá-lo na condução do Nice. Aceitando o pedido, Afonso veio para BH com 26 anos.

O Nice trazia, desde então, ares novidadeiros. Era o primeiro café a ter garçonetes, conta Renato, que há 33 anos trabalha no n° 727 da Afonso Pena. Sete anos após assumir o Nice, João saiu e a loja ficou inteiramente sob o comando de Afonso, que entregou-se apaixonadamente ao negócio. Fechava o café a 1h da manhã e já estava abrindo-o às 5h, cumprindo jornada árdua para sustentar os dez filhos”. (Texto extraído do livro BH de cada um de nós. Crônica: Por trás de cada cafezinho há uma história, de Pedro Moreira Gomides).

Na seara política, o Café Nice é parada obrigatória para os aspirantes a governar o país, estado ou prefeitura. Se não tomar cafezinho, não ganha eleição nem com reza brava. A crônica do futebol também é especialidade, tema diário dos Americanos, Atleticanos e Cruzeirenses, todos eles confiantes na conquista de títulos. São eles que o fazem o Nice virar um verdadeiro campo de futebol, com dribles, caneladas e gols cheios de argumentos mais agudos e ligeiros. Ali só tem craque de bola e de boa língua futebolística.

Quem vem a Belo Horizonte e não vai ao Café Nice, é acometido por uma “maldição” da desatenção e descortesia com nossa gente. Aqui você tem a obrigação de bater seu ponto de prosa, saborear um cafezinho fumegante, pão de queijo e conversa boa. É nesta confraria de amigos do Nice que repousa a essência da cidade. Somos mineiros, meio desconfiados para mostrar nossa prata, nossos metais. Mas a riqueza está nas entrelinhas, à disposição para ser vista pelos olhares atentos e de alma profunda. O Café Nice é como um oásis no turbilhão urbano. Um porto de descanso para refazer as forças, recompor os pensamentos, dar um sorriso, trocar um dedo de prosa. Aqui se formam turmas de várias gerações. Vira e mexe, Deus chama um para tomar um cafezinho junto à mesa da divindade, mas sempre nasce um novo filho ou neto para continuar a tradição. Penso que deveríamos fazer um movimento para criar uma lei de tombamento imaterial desta joia cultural. O Café Nice é nosso, pertence à cultura, ao povo de Minas Gerais, aos belo-horizontinos.

Tenho um lado escutador do inconsciente e do lado direito do cérebro, o economista público. Sou filho de ferroviário. Carrego longas cargas e muita gente dentro do vagão do meu coração. Já fiz baldeação e levei matula para longas viagens do passado. Quanta lembrança boa da estrada de ferro, da Viação Mineira de Ferrovias. Onde estarão os maquinistas para tomar café e contar destas andanças dos trilhos de ferro? Já meu lado economista faz contas, cálculos, não com propósito de ser intruso, mas para revelar o valor das coisas. E fico imaginando a quantidade de cafezinhos são servidos anualmente no Nice. Cheguei a um número aproximado de 19 mil xícaras por ano. Com minha HP, recalculo os 71 anos de história e chego a cifra de mais de 1 milhão de cafezinhos servidos. Cálculo doido, mas imagina quanta prosa foi dita nesse tempo?

O que importa mesmo é ver este cenário repleto de gente, se acotovelando para ganhar espaço no balcão, disputando um pedaço da bancada para tomar a xícara, esquecer o drama da vida ao deliciar lentamente um cafezinho. Nesta hora, tem-se a impressão que o tempo para e emerge um estado de fruição e êxtase. Uma espécie de gozo e nirvana com a cafeína. A companhia dos velhos e novos amigos se completa com a presença das também amigas atrás do balcão, tais como: Soninha, 35 anos de Café Nice; Dora, 30 anos; Rosa, 20 anos; Socorro, Nini e Ana, 19 anos de Nice. Não mesmo importante, Raquel, 7 anos; Paula, Jaqueline e Luiza, 2 anos. E ainda há quem trabalhou durante décadas e aposentaram, como Lucy, 38 anos; Maristela, 30; e a ex-vereadora Ana Paschoal. Todas elas fazem parte de uma grande família que trabalha unida, a qual abro espaço para prestar esta singela homenagem.

Não poderia deixar de citar alguns dos muitos amigos e companheiros desta confraria de amigos do Café Nice: meu tio Paulo, meu pai Plínio Galvão, minha esposa Deborah, Sérgio Coutinho, Alfredo, Ivanir e Margaret. E ainda, os amigos Antônio Carlos, Lilito, Dr. Paulo, desembargador Lúcio, Afonso Paulino, Gervársio Horta, Jardim Ombrósio, Edson (Pituca), Amilcar Martins, João Salgado, Augusto Rocha (Bitoque) e outros. Como esquecer os laboriosos engraxates Bira, Anderson (Bedeu) e Antônio Carlos? Este último deixou nos amigos muita saudade, assim como o bilheteiro Oswaldo. E a banca de jornal da Sandra e Célia? Temos ainda a boa banca de jornal e livraria Riccio, com o senhor Romeu Riccio.

Fato é que depois de tomar este “Santo Café ou Dai-me Luz”, o Nice passou a fazer parte do meu paladar e da minha andança deste da década de 1970, mais precisamente nos idos de 1975, quando iniciava minha jornada de trabalho contínuo como office-boy no escritório de contabilidade e advocacia. Trabalhei para os bancos Mineiro, Unibanco e do Progresso. Tive muitos ofícios: atendente de balcão de padaria, escriturário, analista de crédito, professor de Economia, analista de administração e finanças, diretor de administração, assessor de políticas públicas, economista e no consultório como psicanalista. Agora tenho o prazer de me aventurar como neófito escrivão do cotidiano.

Meu amigo Renato lembra o caso de um senhor do interior que entrou no Café Nice, olhou para o alto, andou de um lado ao outro e perguntou: “Lá no interior, na minha cidadezinha, falaram tanto deste Café que vim ver como era. Afinal tem algo maior lá em cima, ou ele é deste tamanho mesmo? Pelo tanto que falaram dele pra mim, achei que fosse imenso!”. Aí veio a resposta: “É apenas isso, só estes metros de parede. Mas se tornou uma imensidão no coração dos amigos. E essa grandiosidade se espalha pelo lado de fora e vai irradiando mundo afora. Toca a alma e agrega amigos”. É por esse motivo que escrevo esta singela crônica. Pelas amizades tecidas no Café Nice, patrimônio histórico da cidade. Relicário de boa gente.


*Antônio de Pádua Galvão é economista e psicanalista

www.galvaoconsultoria.com.br

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Delegacia Especializada de combate a crimes Cibernéticos de MG não tem acesso a WEB.


Cibernéticos

Quem chama para o desafio, dá as condições. Pelo visto, não é o caso. O Estado implantou ali um link de apenas 512 kbites, repartido por 80 computadores. Qualquer usuário deste serviço hoje trabalha na faixa dos gigabites, pessoa física. Os crimes nesta seara cresceram uma barbaridade! Na faixa de 40% a cada ano. Eles se situam contra o patrimônio (estelionato), pornografia infantil, honra, etc. A título de ilustração, um caso que mereceu apuração recente: uma moça de BH conheceu um rapaz dos EUA. Este prometeu com ela casar aqui, inclusive para facilidade na obtenção de dupla cidadania. A virgem idolatrada, então, mandou o dinheiro para o mancebo comprar a passagem. Até hoje ela espera a sua chegada em Confins... do Judas. Outro caso, muito comum, é o de financiamento pela internet. Como dinheiro na mão é vendaval, o proponente acerta o envio da grana, desde que o tomador adiante para si os 10% do montante. O DEICC tem função social, também trabalha com a prevenção. Enganam-se os bocoiós que, por falsa crença, pensam que existe anonimato na rede. A polícia sabe chegar, assim como os hackers. Ah! Recentemente, houve uma condenação por 11 anos e seis meses de cadeia a um espertinho fazedor de sites falsos, mais lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Uma suposta vítima de crime pela internet, a ferramenta integrada ao cotidiano do brasileiro comum, procurou, dia destes, a Delegacia Especializada em Investigação de Crimes Cibernéticos, na Avenida Nossa Senhora de Fátima, 2855, em BH. Ela levou seus queixumes para averiguação no setor responsável pela apuração de crimes cometidos por meio da sedutora ferramenta tecnológica. Deu com a cara na porta! Além de encontrar a turma da Polícia Civil em estado de catatonia no trabalho, por conta de inúmeras reivindicações, foi informada de que, por ausência de acesso à rede mundial de informações, nada poderia ser feito em seu caso. Ou seja, a DEICC não tem acesso à internet. O que dá para rir, também dá para chorar.

Marcio Fagundes
Do jornal Hoje em Dia