As Melhores do "Vai..."

quinta-feira, 2 de julho de 2020

QUEM MORRE DE COVID?

@ Márcio Metzker – 2/7/20

No início da pandemia, a morte do presidente do banco Santander na Europa nos levou a crer que o vírus mataria ricos e pobres indistintamente. Um mês atrás, passei pela Savassi e vi a classe média alta nas filas do lado de fora dos restaurantes, pegando seu marmitex. Achei que seria divertido considerar que o coronavírus estava realizando a revolução socialista mundial sonhada pelos idealistas.

Mas acho melhor não comemorar, porque logo começaram as discriminações: os testes enviados às cidades pequenas são exclusivos para uso dos policiais militares, autoridades e equipes de saúde. Não tem teste para o povão. Quando surgir uma vacina eficaz é quase certo que os pobres vão ficar no final da fila, a não ser aqueles que se ofereceram como cobaias.

Descartando as teorias conspiratórias e as disputas políticas, podemos acreditar que as autoridades de saúde estejam informando com a possível exatidão o número de cidadãos infectados, hospitalizados e mortos, mas está passando da hora de estratificá-los social e economicamente, para desmascarar interesses geopolíticos. A política é imoral, e muitos governantes podem estar comemorando secretamente a redução drástica de seus problemas sociais crônicos.

Já sabemos que nos Estados Unidos a taxa de sobrevivência dos infectados é diretamente proporcional à qualidade do seu plano de saúde. Podemos inferir que os cucarachas latinos e os imigrantes asiáticos sejam os que mais morrem, seguidos pelos cidadãos ianques que dependem dos serviços de saúde pública. Ou seja, Mr. Trump está tendo mais sucesso em se livrar dos seus ilegais com o vírus do que com as medidas truculentas de expulsão e do muro que erigiu na fronteira do México.

O principal problema da Itália era a grande população de idosos. O vírus tratou de ceifar até agora 38 mil velhos daquele país, dando um alívio nas despesas assistenciais e previdenciárias. O mesmo ocorre na Espanha, na França e na Inglaterra. Aqui no Brasil não será diferente. Os que mais morrem, além dos velhos, são os moradores de favela, palafitas e periferias que se aglomeram nos ônibus e nos metrôs, e respiram o mesmo ar dos infectados. Enquanto isso, os ricos ficam seguros em seus condomínios de luxo e só saem em seus carrões climatizados, para pressionar as autoridades e exigir que seus operários voltem ao trabalho. Até os prefeitos que decretam lockdown não são tão isentos assim à pandemia: sua motivação subjacente à prioridade de salvar vidas é a de não perder

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016



FHC RECONHECE FILHO DE EX-AMANTE


sábado, 12 de julho de 2014

Protestantes congestionam 10 km da MG-431 por falta de água


PSDB se especializando em falta de água: Não basta apenas o estado de São Paulo, como também tiveram o descuido com município Pará de Minas


"Situação está insuportavel", diz manifestante (Foto: Laura Abreu/Divulgação)
500 moradores de Pará de Minas protestaram a falta de água fechando os dois sentidos da rodovia MG-431 na sexta feira passada, dia 11 de julho. Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMR), os manifestantes interromperam o trânsito na rodovia por aproximadamente duas horas, gerando um congestionamento de aproximadamente 10 quilômetros.
Segundo os manifestantes, o problema na cidade ocorre desde 2009. A Copasa, para variar, não anda fazendo o seu papel, sendo que em setembro de 2013 o município teve que declarar calamidade pública mediante a falta recorrente de água.
O Ministério Público, nessa semana, procurou à Prefeitura e a Copasa para manterem o abastecimento diário de água. Mediante a isso, a Copasa emitiu uma liminar que solucionará o problema no prazo de 10 dias em Pará de Minas. Já a prefeitura pediu suspensão da liminar, pois não há água no município, forçando a Copasa recorrer à justiça. Sendo assim, a prefeitura abriu um edital para contratar uma empresa de abastecimento e tratamento de água. Em resposta, a Copasa diz que permanecerá no município com o compromisso em solucionar problemas referentes a água, mesmo não fazendo parte de nenhuma licitação.

Moradores manifestam pela falta de água em Pará de Minas (Foto: Laura Abreu/Divulgação)Hoje, a estação de tratamento de água chegam em média 60 litros de água por segundo, sendo que antes, a média era de 240 litros por segundo. Mais uma vez, citaram que o problema pela falta de água seja a estiagem, mas acompanhando este caso e comparando com a grande crise no estado de São Paulo, vemos que a incompetência seja governamental, pois ambos os estados são geridos pelo PSDB há anos. Existem tecnologias para prevenirem isso, ações responsáveis a serem tomadas e uma gerência mais apta para firmar tal compromisso.

domingo, 18 de maio de 2014

Texto essencial indicado por Tateto Geraldo André



A linguagem é uma das formas de se comunicar.
Ela pode ser escrita, falada, expressada em forma de mímica e tantas outras formas.
A cada dia, o bicho homem que se diz racional descobre várias formas de se comunicar com os elementos que circulam
o seu meio.

Quando se quer fazer alusão a algo é de praxe que se indique a origem do objeto aludido.
Nesse aspecto quanto mais embasada for a origem em que pauta para desenvolver um tema, mais credibilidade
se dá ao fato em questão.  Logo convencionou-se. Tudo que se escreve é mister que se indique a origem da afirmativa, sob pena de o dito não ter nenhum valor confiável.
VERDADEIRO OU FALSO?
Depende da profundidade em que  se pretenda declinar para responder a esta questão. Se quer ser superficial e acomodado
é mais simples aderir à mesmice sem demonstrar nenhum pouco de senso investigativo, por mais comum que se pareça o tema.

A infelicidade de uma decisão jurista que está sendo hoje divulgada na mídia brasileira acerca das liturgias realizadas pelos afro descendentes demonstra claramente o despreparo desse jurista a respeito das várias formas da leitura.
Quando ele afirma ter validade somente as religiões que possuem um aparato literário e uma pessoa expert em decodificar
os dizeres da literatura em mãos para seus seguidores o jurista dá uma prova incontestável de sua ignorância a respeito das várias formas de se comunicar.
Ferindo o art. 5º da Constituição Federal  o Juiz confirma sua inclinação tendenciosa a favor de um certo seguimento religioso, esquecendo da máxima jurídica, o princípio da IMPARCIALIDADE.

Quero antes de justificar a minha posição, dizer que os fatos antecedem à escrita seja ela de qualquer forma. É elementar que se vou escrever a respeito de qualquer tema, necessário é que eu tenha o fato concreto e palpável.
A etiologia da  palavra religião foi totalmente ignorada pelo jurista por omissão ou por conveniência quando afirma que os cultos Afro brasileiros não podem ser reconhecidos como religião.

Lembrar que o verbo religar-se está  intimamente ligado às ações ancestrais praticada pelos Afro brasileiros. Eles nada fazem sem que seja louvado os seus ancestrais na certeza de assim praticando a todo instante o ato religioso de religar-se ao seu passado.

As literaturas a que faz alusão o infeliz jurista foram escritas por mãos humanas, que sujeitas a falhas, se pautou um dia ao relato ORAL forma também criticada pelo jurista em sua decisão.

A grande diferença entre a forma de cultuar o passado do religioso Afro e afirmado pelo jurista é que o ancestral está presente entre  todos que conseguem vê-lo, ouvi-lo e toca-lo. Mas para tal necessário é que se dispa de todos os pecados capitais e das mazelas humanas de desonra à herança deixada a todos nós pelo CRIADOR.
Até quando um ser humano irá insistir em desprezar a verdadeira linguagem que comprova as razões dos atos capazes de aumentar a longevidade dos seres viventes?

Muito antes da criação da espécie humana, Deus criou a NATUREZA. Ele se faz presente em todos os elemento de sua Criação assim como no homem.
Então quando se cultua Deus na Natureza, o Afro descendente volta à sua origem, para alimentar seu espírito e sua ligação com DEUS.

Deus é tão Pai em sua obra, que deu para o ser humano, muito antes de sua criação, os elementos que serviriam para a sua subsistência. Faço alusão a NATUREZA.    Natureza esta que esse mesmo ser humano vem ao longo dos tempos destruindo indiscriminadamente.
Mas esse fato não pode ser imputado aos religiosos Afro brasileiro, pois eles veem em Deus  toda a Natureza. Assim sendo eles não a maltrata, pois estaria maltratando seu próprio Criador bem diferente do que  fazem os seres humanos que se dizem Racionais.

Quisera poder nesse pequeno texto demonstrar quão é bela essa relação Deus e o entendimento de união a ELe por parte dos Religiosos Afro brasileiros.
Mas imaginem aqueles que já ouviram falar então do ciclo da água que se aprende nas escolas do ensino primário (*), se conhecessem também , esse mesmo ciclo cultuado, cantado, dançado, vestido e demonstrado a todos, só que poucos conseguem vê-lo, no culto às Divindades existentes em cada fase desse ciclo. MUILU. ANGORÔ, ANGOROMÉIA, ZINGALUMBONDO, ANGURUCEMAVULU, NZAJI, NDANDALUNDA, KALUNGA, KTEMBU, KSIMBI E ACARAMOSI. Todos são Minkisi presentes no ciclo da água. Conhecer cada um deles é corriqueiro dentro dos cultuadores Afro Brasileiros.   
Desta forma tosos os fenômenos da Natureza são conhecidos e respeitados como a verdadeira presença viva do CRIADOR. Onde se enxerga ciência os Afro descendentes enxergam Deus.

Para ler a natureza não há necessidade de livros e muito menos de um líder para orientar a quem quer que seja. Basta ter sensibilidade e humildade para reverenciar o tamanho da OBRA DE DEUS. E assim certificar como somos infinitamente pequenos diante Dele.  

Peça a um desses fanáticos por defender que Deus só se vê através de livros, para descrever com profundidade cientifica, identificando  os elementos, por exemplo o ciclo da agua, dentro desses livros a que faz alusões esse jurista que depôs contra a religião dos Afro descendentes.


       E pensar que os verdadeiros desmandos que ocorrem hoje ficam engavetados anos a fio por falta de despacho jurista.
Assistimos todos os dias assassinatos, sequestros de crianças, roubos, assaltos, tráficos de drogas, estupros, discriminação feminina, politicagem, são tantos fatos que carecem de juristas para decidir e impedir que os seres humanos filhos do Criados sejam tão agredido em seus direito de ir e vir, pois não se tem mais certeza de que ao sair de casa se a ela retornará a salvo.    

Se esse texto despertar algum interesse a quem quer que seja coloco-me à disposição para defendê-lo religiosamente e academicamente em qualquer instância.

(*) A água é o líquido mais importante que existe na Terra. Ela cobre quase 75 por cento da superfície do planeta, na forma de oceanosrioslagos. Todas as plantas e todos os animais precisam de água para sobreviver.
A água pode ser encontrada em três estados físicos: líquido, sólido (gelo) ou gasoso (vapor). Nos três estados, as moléculas ficam em constante movimento. A velocidade dessa movimentação é que determina o seu estado físico. Como gelo, as moléculas de água vibram, mas praticamente não saem do lugar. No estado líquido, elas se movimentam mais rapidamente, mas permanecem próximas umas das outras. Como vapor, elas se agitam tão rápido que se dispersam em todas as direções.
O calor faz a água mudar de um estado físico para outro. Quando o gelo é aquecido, as moléculas de água se movem mais rápido e se distanciam mais. Assim, o gelo derrete e se torna líquido. Quando a água em estado líquido é aquecida, as moléculas se aceleram ainda mais. As que se encontram na superfície começam a se agitar e a se dispersar pelo ar. Desse modo, o líquido se evapora, ou seja, torna-se vapor. fonte:http://escola.britannica.com.br/article/482837/agua 
 
Indignado, assino:    Geraldo André da Silva.: 
Administrador de Empresas (2008 – UnB), Especialista em gestão de pequenas e médias empresas (2009 – FGV). Tat’etu Jalabo/ Tata dia Nkisi, zelador da Casa de Cultura e Resistência Afro brasileira Lodé Apara em Santa Luzia – MG. E-mail: zfandre@hotmail.com   (http://lattes.cnpq.br/7530880519868255)

quinta-feira, 13 de março de 2014

Reportagem de Veja sobre Gushiken foi “falácia de doer na retina”, diz juiz

Não deixem de ler a íntegra da sentença que o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou no processo que Luiz Gushiken movia contra a revista Veja desde 2006. É uma decisão curta, tem nove páginas.


Quem trouxe à tona a decisão foi o jornalista Rodrigo Vianna, em seu blog. Ele resume a história: em maio de 2006, a Veja publicou “reportagem” acusando Gushiken de manter conta bancária secreta no exterior. Segundo a publicação da editora Abril, os ex-ministros Marcio Thomaz Bastos, Antonio Palocci e José Dirceu (além do próprio Lula) também manteriam contas no exterior.
Não havia base alguma para a acusação. Tanto é que a Veja nunca mostrou nenhum documento e nem mesmo nenhuma fonte que sustentasse a leviandade. É bom lembrar que a acusação surgiu em ano eleitoral.
Gushiken processou a Veja, que foi derrotada em primeira instância. Mas a indenização foi só de R$ 10 mil, valor irrisório para a revista. O ex-ministro recorreu então ao TJ-SP. Ele morreu antes da decisão sair. O acórdão foi publicado no fim do mês passado.
A decisão aumenta a indenização para R$ 100 mil. Além disso, o relator Antonio Vilenilson demonstra muito bem como a revista Veja age: “A Veja dá a entender que não eram fantasiosas as contas no exterior. E não oferece um único indício digno de confiança. Infere, da identidade dos acusadores e dos interesses em jogo, a verdade do conteúdo do documento. A falácia é de doer na retina.”
 “A ré abusou da liberdade de imprensa e ofendeu a honra do autor. Deve, por isso, indenizá-lo. No que diz com valores, R$ 10.000,00 não condizem com a inescusável imprudência e com o poderio econômico da revista. R$ 100.000,00 (cem mil reais) atendem melhor às circunstâncias concretas”, acrescenta.

Texto retirado do Blog do Zé Dirceu.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Meu Pai virou Old Black Bloc!



 Filho, eu descobri essas coisas no seu armário…
- Qual é o problema de ter uma máscara do anônimos e um taco de beisebol?
- Você usa isso?
- Não… quer dizer, às vezes…
- É que que estou precisando. Será que você me empresta?
- Precisando? Pra quê?
- É que eu li as coisas que você andou escrevendo na internet…
- Você andou lendo o meu face?
- Qual é o problema? Não é público?
- É…mas…
- Pois é, eu li o que você escreveu e …
- Pai, eu sei que você não gostou do que eu escrevi lá , mas… eu não vou discutir, são as minhas ideias. Eu sou anarquista e…
- Não. Eu achei legal. Você me convenceu.
- Convenci? De quê?
- Tá tudo errado mesmo… eu li o que você escreveu e concordo. Agora eu sou anarquista também, que nem você…
- Você o quê? Pai… que história é essa?
- É, você fez a minha cabeça. tem que quebrar tudo mesmo! Agora eu sou Old Black Bloc!
- Pai, você não pode… você é diretor de uma empresa enorme e…
- Não sou mais não. Larguei o meu emprego. Mandei o meu chefe tomar no .... Mandei todo mundo lá tomar no ....
- Pai, você não pode largar o seu emprego. Você está há 30 anos lá…
- Posso sim! Aliás tô juntando uma galera pra ir lá quebrar tudo.
- Quebrar tudo onde?
- No meu trabalho! Vamos quebrar tudo ! Abaixo a opressão! Abaixo tudo!
- Você não pode fazer isso, pai…
- Posso sim! É só você me emprestar a máscara e o taco de beisebol. E aí, você vem comigo?
- Não… acho melhor não…
- É melhor você vir porque agora que eu larguei tudo, a gente vai ter sair desse apartamento…
- Sair daqui? E a gente vai morar aonde?
- Sei lá! Vamos acampar em frente a uma empresa capitalista qualquer e exigir o fim do capitalismo!
- Pai, você não pode fazer isso ! Não pode abandonar tudo!
- Tô indo! Fui!
- Peraí, pai! Pai! E minha mesada ? E onde eu vou morar? E meu computador, meu facebook e meu celular? Volta aqui! Volta aqui, pai!!! Voooltaaaaa!


Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=580084578727096&set=a.457440684324820.1073741826.100001766773706&type=1&theater 

domingo, 12 de janeiro de 2014

Vai tarde, Ariel Sharon

Texto originalmente publicado no Opera Mundi.

Mais do que qualquer outro líder israelense, Ariel Sharon simboliza a linguagem da força. Em sua longa carreira, como militar e politico, Sharon esteve envolvido nos capítulos mais violentos do conflito entre Israel e os palestinos, ocupando postos-chave desde a fundação de Israel, em 1948.

Em 1953, quando era um jovem militar de apenas 24 anos, Sharon comandou a operação na aldeia palestina de Qibya, também conhecida como massacre de Qibya, que deixou 69 mortos, a maioria deles civis. A operação foi uma decisão do governo israelense, naquela época liderado pelo primeiro-ministro David Ben Gurion, em represália a um atentado na cidade de Yehud que havia deixado 3 civis israelenses mortos.
A Unidade Especial 101, comandada por Sharon, atacou a aldeia na Cisjordânia -- então sob domínio jordaniano -- destruindo 49 casas, uma escola e uma mesquita. Muitas das vitimas estavam dentro das casas, que foram explodidas pelas tropas.

Na guerra de outubro de 1973, já general do Exército, Sharon comandou a travessia do Canal de Suez, que foi decisiva para a vitória das tropas israelenses contra as forças egípcias. Essa operação lhe rendeu o reconhecimento como um dos estrategistas militares mais importantes da história do país.
Carreira política
Em 1977, após se aposentar do Exército, Sharon iniciou sua carreira politica. Seu primeiro cargo foi de ministro da Agricultura no governo de Menahem Begin, líder do partido de direita Likud. Naquela época Sharon foi apelidado de "trator", por sua ação enérgica em favor da ampliação dos assentamentos israelenses nos territórios ocupados.
Sharon foi considerado o "pai" dos assentamentos ao longo de quase três décadas de carreira politica. Em 1981 foi nomeado ministro da Defesa no governo de Begin e, em 1982, liderou a primeira guerra do Líbano, contra as forças da OLP (Organização de Libertação de Palestina), baseadas no país.
O massacre nos campos de refugiados palestinos de Sabra e Chatila, em setembro de 1982, levou a um afastamento temporário de Sharon da vida politica. Cerca de 1.500 civis palestinos foram assassinados por milícias falangistas libanesas, que entraram no campos enquanto as tropas israelenses os cercavam.

Afastamento 

A Comissão Kahan, nomeada pelo governo israelense para investigar o massacre, chegou à conclusão de que Sharon era responsável por ter "ignorado o perigo de derramamento de sangue e não tomar medidas adequadas para impedi-lo".

No mundo árabe, após o massacre de Sabra e Chatila, Sharon tornou-se a figura israelense mais odiada e foi denominado "o açougueiro de Beirute".

Sharon foi afastado do cargo de ministro da Defesa e muitos em Israel pensaram que sua carreira política havia chegado ao fim. No entanto, ele permaneceu entre os líderes mais importantes do partido Likud e ocupou cargos de ministro até 1999, quando se tornou presidente do partido.

Em setembro de 2000, Sharon, escoltado por mil policiais, entrou na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém Oriental, desencadeando a segunda Intifada (levante palestino).

A presença do líder israelense mais odiado pelos palestinos, no lugar mais sensível e em uma época de extrema tensão entre os dois povos, foi o estopim de uma onda de violência que durou 4 anos e deixou mortos dos dois lados.

"Homem forte"

Em 2001, em meio à Intifada, Sharon foi eleito primeiro-ministro. Sua imagem de "homem forte" fez com que grande parte do público israelense o elegesse para pôr um fim à série de atentados suicidas que assolava as cidades israelenses.

Em março de 2002 Sharon ordenou o início da chamada Operação Muralha de Defesa, durante a qual as tropas israelenses reocuparam as cidades palestinas e cercaram o quartel general do presidente palestino, Yasser Arafat, em Ramallah.

No mesmo ano, sob o comando de Sharon, foi iniciada a construção do Muro israelense na Cisjordânia.

O Muro, que consiste em um complexo de muros de concreto nas áreas urbanas e cercas nas áreas rurais, e tem mais de 400 quilômetros de extensão, foi construído supostamente para separar israelenses de palestinos e, assim, impedir a entrada de atacantes suicidas no país.

No entanto, a barreira não separa israelenses de palestinos, mas sim palestinos de palestinos, pois não passa na chamada Linha Verde -- a fronteira entre Israel e a Cisjordânia até a guerra de 1967-- mas dentro da Cisjordânia, anexando parte do território palestino a Israel.

Guinada

Em 2003, Sharon deu uma guinada em direção a uma posição de centro, mais pragmática do que aquela que havia defendido praticamente a vida inteira.

"Não é possível continuar mantendo 3,5 milhões de palestinos sob ocupação", disse em maio de 2003. "Essa situação é ruim para os palestinos, para Israel e para a economia de Israel".

Naquela época, Sharon aceitou o Mapa do Caminho, plano proposto por Estados Unidos, Russia e União Europeia, para a paz entre israelenses e palestinos, e anunciou seu apoio à ideia da criação de um Estado Palestino.

Em 2005 Sharon conduziu a retirada das tropas e dos assentamentos israelenses da Faixa de Gaza.

A guinada de Sharon gerou choque e indignação da direita israelense, que passou a considerá-lo traidor da ideologia do Grande Israel.

Ele enfrentou uma rebelião dentro de seu próprio partido, o Likud, e em 21 de novembro de 2005 renunciou à liderança do partido e fundou o partido de centro Kadima.

Em 4 de janeiro de 2006 Sharon sofreu um derrame cerebral que o deixou em estado vegetativo por oito anos, até a sua morte, neste sábado (11/01).

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O Natal na Papuda e o sadismo na mídia


Se só pretos, pobres, prostitutas e petistas vão para a cadeia no Brasil, o último dos quatro pês vem se mostrando um estigma ainda pior do que os outros três. Estes, sofrem porque, uma vez presos, são esquecidos; o quarto pê sofre porque não é esquecido nem quando preso. 

Por Eduardo Guimarães, em seu blog

O Judiciário brasileiro ficou de quatro para a mídia. Acata suas ordens para infernizar a vida dos condenados do julgamento do mensalão. Nega-lhes direitos como o regime semiaberto enquanto trata de esmiuçar as condições de sua prisão em busca de “regalias” a suprimir.

Os espiões que a mídia cooptou entre os agentes carcerários da penitenciária da Papuda para que informem qualquer alento que possa ser permitido aos alvos principais de sua fúria punitiva – ou seja, José Dirceu e Delúbio Soares – descobriram que eles gostam de ler.

A leitura pode ser um bálsamo para o encarcerado que a aprecie. Deveria ser estimulada, aliás. Tira a mente do que não presta. Contudo, a “regalia” que permitia que condenados do mensalão lessem à vontade foi revogada por estarem “lendo mais do que o permitido”.

A tortura psicológica costuma ser vista como até mais intensa e penosa do que a tortura física, que, após algum tempo, o torturado aprende a suportar, até por seu corpo e seus sentidos não resistirem. Já a psique humana é um parque de diversões para o sádico; permite supliciar sem limites.

Se a mídia não quer “regalias” para os condenados do mensalão tais como ler um livro, tampouco quer algum direito constitucional como o de um condenado cumprir sua pena tal como foi preconizada – e nunca de forma mais dura ou mais branda.

O objetivo que excita o sadismo midiático é o de minar o espírito dos dois petistas e o dos companheiros que partilham a dor deles não só por sabê-los condenados injustamente, mas por cumprirem uma pena mais dura do que aquela que deveriam estar cumprindo.

Sob essa sanha pervertida, os sádicos midiáticos já encontraram mais direitos a suprimir enquanto os direitos a preservar são ignorados: os condenados do mensalão poderão ficar com a luz acesa até às 24 horas do dia 24 de dezembro. E, escândalo dos escândalos, após receberem uma “ceia de natal”.

Dizem os instrumentos de tortura conformados em papel impresso que os “mensaleiros” receberão “quentinhas” contendo com arroz, feijão, carne, legumes e verduras. E o luxo é tanto que terão acesso à cantina do presídio, onde poderão comprar cigarros e refrigerante.

Esses “mensaleiros” não se emendam, não é mesmo?

As “regalias” de que desfrutrariam os petistas que atiçam a perversidade midiática, porém, não são regalias coisa alguma. Eles ainda dispõem de alguma diferenciação dos condenados ao regime fechado simplesmente porque estão padecendo sob ele ilegalmente, pois deveriam estar no regime semiaberto.

Isso em um país em que traficantes, estupradores, assassinos e até políticos corruptos conseguem ficar em liberdade contando com a sabida e consabida leniência que o dinheiro ou a influência da mídia podem comprar da Justiça.

Se você está indignado com essa sessão interminável de tortura politicamente motivada, regozije-se: você é uma pessoa justa, humana e, acima de tudo, sã. Regozije-se, pois, ao não sentir prazer com o sofrimento alheio.

Deixo você com um pensamento. Há 2013 anos nascia o Maior dos injustiçados pela justiça. É Seu Aniversário. Eleve, pois, a sua prece de lamento pela perenidade daquela sanha persecutória e punitiva das turbas que tanto prazer extraiu de seu Calvário.

Que o seu Natal, leitor, seja tão feliz quanto a revolta com a perversidade humana permitir.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Piloto do Helicóptero do Pó em Minas trocou mensagens com o senador Pórrela.


Vem chumbo grosso no caso do helicóptero que foi capturado pela Policia Federal em Minas Gerais. Segundo informações de uma pessoa influente no estado, foram trocados 70 mensagens entre o piloto e o senador nos dias que antecederam a prisão.
O piloto Rogério Almeida Antunes já teria declarado que é funcionário do senador Perrela. Outra informação a ser percebida é a de que o prefixo da aeronave era PP, com função estritamente particular e não poderia ser alugado.
E mais informações são descobertas a cada dia que passa no caso do Pó de Minas. A mesma pessoa que informou sobre os torpedos entre o piloto e o senador, afirma que aquela não foi o primeiro voo para o Espírito Santo. Considerada rota de tráfico internacional pelo Porto. E todas a idas foram autorizados por torpedos. O que complicará a defesa do senador.

Já está provado que o piloto era funcionário da Assembleia Legislativa de Minas e prestava serviços para a empresa dos filhos do senador Perrela. O que se espera agora é que tudo venha a público e que todos saibam o que acontece na “república do pó”.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Em busca das UPAS Perdidas - Na Lata

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Manifesto dos juristas Dalmo Dallari e Celso Bandeira sobre a prisão dos acusados na AP 470, vulgo mensalão



A decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal de mandar prender os réus da Ação Penal 470 no dia da proclamação da República expõe claro açodamento e ilegalidade. Mais uma vez, prevaleceu o objetivo de fazer do julgamento o exemplo no combate à corrupção.

Sem qualquer razão meramente defensável, organizou-se um desfile aéreo, custeado com dinheiro público e com forte apelo midiático, para levar todos os réus a Brasília. Não faz sentido transferir para o regime fechado, no presídio da Papuda, réus que deveriam iniciar o cumprimento das penas já no semiaberto em seus estados de origem. Só o desejo pelo espetáculo justifica.

Tal medida, tomada monocraticamente pelo ministro relator Joaquim Barbosa, nos causa profunda preocupação e constitui mais um lamentável capítulo de exceção em um julgamento marcado por sérias violações de garantias constitucionais.

A imprecisão e a fragilidade jurídica dos mandados expedidos em pleno feriado da República, sem definição do regime prisional a que cada réu teria direito, não condizem com a envergadura da Suprema Corte brasileira.

A pressa de Joaquim Barbosa levou ainda a um inaceitável descompasso de informação entre a Vara de Execução Penal do Distrito Federal e a Polícia Federal, responsável pelo cumprimento dos mandados.

O presidente do STF fez os pedidos de prisão, mas só expediu as cartas de sentença, que deveriam orientar o juiz responsável pelo cumprimento das penas, 48 horas depois que todos estavam presos. Um flagrante desrespeito à Lei de Execuções Penais que lança dúvidas sobre o preparo ou a boa fé de Joaquim Barbosa na condução do processo.

Um erro inadmissível que compromete a imagem e reputação do Supremo Tribunal Federal e já provoca reações da sociedade e meio jurídico. O STF precisa reagir para não se tornar refém de seu presidente.

A verdade inegável é que todos foram presos em regime fechado antes do "trânsito em julgado" para todos os crimes a que respondem perante o tribunal. Mesmo os réus que deveriam cumprir pena em regime semiaberto foram encarcerados, com plena restrição de liberdade, sem que o STF justifique a incoerência entre a decisão de fatiar o cumprimento das penas e a situação em que os réus hoje se encontram.

Mais que uma violação de garantia, o caso do ex-presidente do PT José Genoino é dramático diante de seu grave estado de saúde. Traduz quanto o apelo por uma solução midiática pode se sobrepor ao bom senso da Justiça e ao respeito à integridade humana.

Tais desdobramentos maculam qualquer propósito de fazer da execução penal do julgamento do mensalão o exemplo maior do combate à corrupção. Tornam também temerária a decisão majoritária dos ministros da Corte de fatiar o cumprimento das penas, mandando prender agora mesmo aqueles réus que ainda têm direito a embargos infringentes.

Querem encerrar a AP 470 a todo custo, sacrificando o devido processo legal. O julgamento que começou negando aos réus o direito ao duplo grau de jurisdição conheceu neste feriado da República mais um capítulo sombrio.

Sugerimos aos ministros da Suprema Corte, que na semana passada permitiram o fatiamento das prisões, que atentem para a gravidade dos fatos dos últimos dias. Não escrevemos em nome dos réus, mas de uma significativa parcela da sociedade que está perplexa com a exploração midiática das prisões e temem não só pelo destino dos réus, mas também pelo futuro do Estado Democrático de Direito no Brasil.

19 de Novembro de 2013

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Mello não se curva e dá aula de Direito no STF


A tarde desta quarta-feira (18/09) vai ficar marcada na história. Contrariando a vontade de grande parte da imprensa e daqueles que desejam ver o acusados da AP "apedrejados em praça pública", o ministro Celso de Mello deu uma aula de Direito no plenário do Superior Tribunal de Justiça (STF), em Brasília.
o votar favoravelmente aos embargos infringentes, Mello garantiu aos réus a chance de defesa, baseando-se único e exclusivamente sobre o que rege as leis, e não o calor dos anseios populares provocado pela grande e velha mídia.

Texto: Daniela Origuela

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Chapa 250 "Partido é para todos na luta" - Apoio a candidatura de Rui F...

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

STF, o DOI CODI do século XXI

Joaquim Barbosa o supremo líder do DOI CODI do século XXI



STF, o DOI CODI do século XXI.

Era meio dia quando foi feito a troca deles pelo embaixador americano. Aquele foi um dia marcante para a história brasileira. A política tinha tomado um rumo sem volta e enquanto seus familiares ficavam para trás, homens e mulheres que entregaram a sua juventude na luta por melhorias para a população do seu país eram expulsos por terem se rebelado contra as injustiças cometidas pelos militares. Entre eles estava um magrelo que mais tarde seria um dos responsáveis por conduzir a política interna do partido que mudou a cara do Brasil.
Mas ele não foi o único. Naqueles dias um se destacou na guerrilha do Araguaia. Militante de esquerda enfrentou os militares que tinham se apossado do poder através de um golpe militar. Na prisão foi torturado e não perdeu a ternura. Sua vida é pública sem um arranhão. Mora na mesma casa até hoje. Como diria o Mino Carta até o mundo mineral sabe que aquele baixinho é honesto.
No ano de 2005, por conta da disputa pela indicação de um diretor da Eletrobrás, que dizem seria de direito do PTB – Partido Trabalhista Brasileiro, o caldo entornou. O Roberto Jefferson, presidente da legenda, acusa o ministro da Casa Civil de segurar a nomeação. Neste tempo surge na imprensa a denúncia, com direito a vídeo, mostrando o pagamento de propina a um indicado, o ex-chefe do DECAM/ECT, Maurício Marinho, pelo partido na Empresa dos Correios e telégrafos. Jornais, impressos e a internet são inundados com informações sobre o caso. Em determinado momento fica difícil de saber o que é verdade e o que é só especulação.
A ira se abate sobre Jefferson que resolve dar uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo. Para dar o troco ele afirma que o governo tem um esquema de pagamentos a deputados e senadores, que receberiam para aprovar projetos do executivo. A semana posterior a publicação talvez tenha sido a mais turbulenta da era PT. Muitos acreditavam na queda da República. Estava criado o termo “mensalão”. Palavra mais usada pela imprensa em todos os tempos, para se referir à política da corrupção. Uma coisa deve ser dita, as provas apresentadas até hoje, demonstraram que a denúncia não se sustenta e que no máximo indica o uso de caixa 2 para campanha eleitoral.
Criado o circo. Dois daqueles bravos jovens revolucionários foram envolvidos nas denúncias. Estavam agora sendo cassados implacavelmente pela justiça. Eles negam terem participado de qualquer movimento dentro do governo para pagamento de propina. A justiça não pensou assim. Foram parar em um julgamento televisionado ao vivo por empresas de televisão, que a cada palavra proferida contra eles, coloca um “especialista” para destilar seu veneno.
Zé Dirceu e José Genuíno, cassados pela ditadura militar no Brasil, são sobreviventes das torturas praticadas nas cadeias, estão, sendo cassados novamente. A tortura agora não é no Pau de Arara, o DOI CODI nestes tempos usa capa preta e senta na sala da Casa Grande no planalto central do país. Ela é praticada por novos senhores de engenho. Se não conseguiram antes derrotá-los nas lutas das ruas, a justiça está sendo usada para cassar, praticar a tortura mental e possivelmente condená-los. Algo que nem a ditadura conseguiu fazer.
Ouvir o ministro Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal, em seu voto afirmar que sabe que Genuíno é inocente, ao declarar, "lamento condenar homem que jamais lucrou com a política", mas ao mesmo tempo aceitar ver a maioria dos algozes condená-lo, é triste, é nojento.
Já o Zé Dirceu foi acusado de algo, que depois seu próprio acusador em juízo negou, ter dito, o inocentando. Mas dia após dia está sendo torturado, e possivelmente será preso, ele e Genuíno, como forma de revanche por ter um dia se colocado contra a elite dominante para que o Brasil tenha hoje menos miséria em suas cidades. O líder está ferido!
A indignação se abate sobre muitos militantes do Partido dos Trabalhadores e de boa parte da população brasileira. Não podemos nos abater, temos que demonstrar a nossa insatisfação, seja através de e-mails, redes sociais na internet, salas de aula ou ruas. É preciso falar, gritar aos quatros cantos do mundo que Zé Dirceu e José Genuíno estão sendo condenados injustamente. Se pecados políticos eles tem, saibam todos que não são estes de que estão sendo acusados pela justiça e pela grande mídia.
Nós queremos um julgamento justo!
Liberdade para Dirceu e Genuíno!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Jorge Pontual em Pauta - Na Globo News

"Terremoto cultural", diz Chico Simões sobre o "Mais Médicos"


Médico omisso vê paciente passando mal e ignora.

Absurdo! Vídeo mostra médico sendo omisso. Paciente morre, sentada no banco enquanto ele fica olhando. Estes são os médicos que estão brigando porque não gostaram do Mais Médicos?

Este vídeo circula na internet, o médico seria do Hospital de Gama, no DF. Não sei se é real. Achei suspeito! SE for real é absurdo. Se não for real, mais absurdo ainda.

Vídeo na no link:
http://www.folhapolitica.org/2013/07/medico-ve-paciente-morrendo-e-se-recusa.html

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Onde está o dinheiro, governador?

O jornal Hoje em Dia no dia 12 de Agosto,  veio com a informação que o governo tucano de Minas não investe nem o que determina a Constituição Federal em Educação e Saúde. O “investimento” do governo mineiro em educação foi de 22,96% e em saúde 10,58% do orçamento do estado.

A Constituição Federal é soberana em relação aos investimentos e leis. E nem o mínimo o Choque de “jestão” faz. Isso porque o discurso é a falta de investimento do governo federal.

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – Inep mostram que, em Minas, existem sete mil escolas sem biblioteca. Além do mais, professores têm salários congelados e planos de carreira uma espécie de lenda.

Professores lutam para garantir que o piso nacional seja pago a categoria. Em 2011, o estado se viu da maior greve dos professores, que ultrapassou os 100 dias de paralisação e professores sendo agredidos por Policiais Militares.

Alunos passam de ano sem saber ler e escrever. Na rede Estadual de Ensino, muitos alunos chegam ao 8º ano sem saber interpretar textos, conhecimento básico em matemática e com leitura comparada com alunos que ainda estão no ensino primário.

Na saúde, a situação é ainda mais grave

As filas nos hospitais e falta de médicos nas cidades mostram o reflexo do destrato com  a saúde. Segundo o Conselho Federal de Medicina, o estado é o quinto do país que mais perdeu vagas em hospitais públicos: Seis mil leitos de internação, entre 2005 e 2012. Pediatria, psiquiatria, clínica geral e obstetrícia foram as áreas mais afetadas.

Mas a saúde ainda tem uma grande explicação. Aécio Neves é réu por desvios que somam R$4,3 bilhões na área da saúde e o não cumprimento do mínimo que manda a constituição.  

Enquanto o Programa Mais Médicos é criticado, as cidades do interior do estado ficam sem médicos e sem estrutura para atender a demanda da população. Se o governo do estado investisse o mínimo conforme a Constituição, essa situação seria um tanto diferente.


E agora Governador, onde foi parar todo o dinheiro que deveria ter ido para a Educação?Pois o da Saúde já sabemos bem para o arco-íris que foi.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Lula afirma que o militante tem orgulho da camisa vermelha com a estrela...

Durante discurso para uma plateia de militantes que lotaram o auditório Petrônio Portela no Senado Federal para o lançamento da candidatura à reeleição do atual presidente do PT, Rui Falcão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou dos primórdios do partido e da importância da história petista para o Brasil ao longo dos 33 anos de existência.
Para Lula, hoje o PT paga um preço bem alto por ser o maior partido de esquerda da América Latina e, também, por estar na vanguarda da luta por direitos iguais entre partidos políticos no Brasil e dar a oportunidade para que operários e mulheres "não apenas para ficar embaixo de um palanque aplaudindo, mas para estar em cima discursando e sendo aplaudidos também" afirmou.
Em tom emocionado, Lula lembrou de quando o PT estava no começo. "Ninguém queria o nosso nascimento, as pessoas queriam organização política nesse País, mas sem o PT. Em 1979 quando eu falei a primeira vez sobre a criação de um partido de trabalhadores, eu fui vaiado. Isso porque eu estava em um comício de um partido que defendia a liberdade de organização partidária, mas essa liberdade era pra eles e não para nós" disse.
Em pouco mais de 20 minutos, Lula disse que, com muita luta, o petista conquistou o direito de andar de cabeça erguida pelo País, tendo orgulho de vestir a camisa vermelha, da estrela do partido. De acordo com ele, não se pode baixar a cabeça por conta de críticas da mídia pois "a imprensa fica 24 horas por dia esculhambando com o político e eles não reagem, ficam tão quietos enquanto a imprensa xinga a classe política. Mas se alguém quer fazer melhor não tem coragem de entrar na política para tentar, por isso temos que provocar a juventude, para que eles entrem na política" explicou.
Ao questionar quantos países do mundo podem se comprar a atual situação em que o Brasil vive, o presidente de honra do PT, afirmou que país consegue crescer mesmo com uma crise econômica que atinge todo o continente europeu e os Estados Unidos. "Qual o nosso problema? Nós não estamos crescendo o tanto que gostaríamos, mas quem está crescendo mais do que nós a não ser a China e a Índia? E eu duvido que algum dirigente sindical tenha imaginado alguma vez que nós viveríamos uma situação em que o Brasil tivesse o nível de emprego que temos. Temos desemprego de 5,5% enquanto no passado esse valor era maior que 14%" falou Lula.
Ao falar sobre as atribuições de um líder, Lula recordou de sua trajetória política. "Se tem alguém que perdeu eleições nesse País fui eu e vocês são testemunhas de que eu perdia as eleições em outubro, chorava novembro e dezembro, mas em janeiro eu estava visitando os estados brasileiros para levantar a moral da tropa. E eu sei o sacrifício que o companheiro Rui tem feito ao viajar este País, pois temos que ter mais pé na estrada e menos bunda na cadeira" finalizou.
Além dos militantes, o evento realizado nessa terça-feira (13), contou com a participação de deputados, senadores, ministros, membros do diretório do PT de todas as instâncias partidárias.
(Janary Damacena -- Portal do PT)


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

VOTE: Fátima é indicada ao Prêmio Congresso em Foco


Deputada foi a única representante potiguar pré-selecionada na votação dos jornalistas.
VOTE AQUI

Fátima Bezerra (PT) foi a deputada mais votada pelos jornalistas na pré-seleção da categoria especial “Destaque na Defesa da Educação”, do Prêmio Congresso em Foco. 
De 09 de julho a 09 de setembro todos os parlamentares pré-selecionados pelos jornalistas serão submetidos à votação na internet nas duas categorias gerais (“Melhores Deputados” e “Melhores Senadores” do ano) e oito categorias especiais, dentre elas “Destaque na Defesa da Educação”, que a deputada concorre.
“É com o sentimento de muita alegria, mas sem qualquer vaidade que recebo essa indicação na categoria Defesa da Educação, do Prêmio Congresso em Foco. Essa indicação me enche de mais entusiasmo e determinação para continuar na luta em defesa da educação pública”, disse a deputada.
Além da deputada Fátima, os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Ana Amélia (PP-RS), e o deputado Ivan Valente (Psol-SP) também foram pré-selecionados.
A cerimônia de entrega do Prêmio será realizada em 26 de setembro de 2013, em Brasília.
O Prêmio Congresso em Foco é uma iniciativa do site CONGRESSO EM FOCO (www.congressoemfoco.com.br), apoiada por diversos parceiros, que tem como finalidade premiar os melhores parlamentares do Congresso Nacional e estimular a sociedade a acompanhar seus representantes de modo ativo e participar da vida política.