As Melhores do "Vai..."

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Freio tucano: Alckmin atola São Paulo

Por Altamiro Borges, em seu blog:

Na véspera do Natal, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também batizado de “picolé de chuchu” pelo irreverente José Simão, confessou que o seu primeiro ano de gestão foi um desastre para os paulistas. Segundo relato da Folha, sempre enturmada no ninho tucano, ele reuniu a sua equipe para fazer um balanço de 2011 e deu uma “bronca nos seus secretários”.



“O governador fez cobranças a todo o primeiro escalão de seu governo, em reunião na qual pediu aos secretários um balanço do primeiro ano de gestão. O encontro aconteceu no Palácio dos Bandeirantes e durou cerca de três horas. O recado ao secretariado foi duro”, descreve a jornalista Daniela Lima. Para Alckmin, o principal problema do governo tucano é de “comunicação”.

A vitrine da desgraceira

“Com base em pesquisa qualitativa, o núcleo de Comunicação do governo apresentou avaliação de que o governador carrega nas costas os principais programas - "para o bem e para o mal" de sua popularidade -, e que os secretários, apesar de executarem os projetos, não conseguem colocá-los na vitrine”. Mas colocar o quê na vitrine, se o estado de São Paulo está paralisado?

No primeiro ano de gestão do “picolé de chuchu”, os investimentos no estado sofreram brutal retração. Dos R$ 20 bilhões fixados no Orçamento de 2011, eles foram cortados para R$ 16 bilhões e nem este montante foi usado. O ano terminou com o governo tucano desembolsando apenas R$ 12 bilhões – 37% a menos do que seu antecessor, José Serra. Um baita pé no freio!

Cortes e indícios de corrupção

“É natural que o primeiro ano seja um ano de ajustes e por isso os investimentos não alcançaram o esperado”, explica o secretário estadual da Fazenda, Andrea Calabi. O corte de 40% nos investimentos previstos no Orçamento se deve a vários fatores, inclusive a irregularidades na gestão. Os indícios de fraude na licitação da Linha 5 do Metrô, embargada pela Justiça, seguraram as obras.

A freada no estado talvez explique a “bronca” de Alckmin em seus secretários. Para 2012, ano de eleições municipais, os tucanos precisarão melhorar sua “imagem”. O secretário da Fazenda promete que os investimentos do governo voltarão a crescer e que atingirão R$ 80 bilhões no fim dos quatro anos de mandato. Parece pura demagogia. Ele não explica de onde sairá este dinheiro.

Mídia demotucana apóia o pé no freio

A Folha especula que os recursos deverão sair do “congelamento dos salários dos servidores” e de novos cortes nos gastos com o custeio. O governo paulista também deverá pedir novamente socorro ao governo federal. Alckmin não pára de elogiar a “parceria excepcional” com a presidenta Dilma, em programas como o PAC, o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.

A mídia demotucana, quase toda ela sediada em São Paulo, não faz alarde com a tragédia tucana. Em editorial, o Estadão inclusive elogia a “gestão eficiente” e a “coragem política” de Geraldo Alckmin. O estado parado e o jornalão ainda sugere que o receituário aplicado deveria “servir de exemplo aos governos petistas, se, é claro, eles se desvinculassem de suas bases corporativistas”.

Os fanáticos neoliberais

Na prática, os tucanos são fanáticos seguidores dos dogmas neoliberais. Eles aplicam o receituário às cegas e dane-se a população paulista. Como fustiga o deputado petista João Antonio, “no meio da crise, os tucanos encolhem as asas, cortam investimentos e freiam o ritmo da economia. Deviam ajudar o país a crescer, em vez de esconder o bico na hora do aperto”.

Choque de gestão dos tucanos: Anastasia paga conta do apoio na eleiçao de 2010


Depois de anunciar déficit zero e registrar crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a patamares próximos aos da China, o governo mineiro passa por sérios problemas de caixa. O Executivo alega que as dificuldades são resultado da queda na atividade econômica causada pela crise internacional. Mas paga também a fatura eleitoral de 2010, com liberação de recursos e criação de cargos para acomodar aliados dos 12 partidos arregimentados para apoiar a reeleição do governador Antonio Anastasia (PSDB) e a eleição do ex-governador, o também tucano Aécio Neves, a uma vaga no Senado.

O Estado já anunciou uma série de medidas para contenção de gastos como a dispensa de funcionários da Cidade Administrativa, sede do Executivo, e determinou até redução do consumo de copos plásticos e o fim do contracheque de papel do funcionalismo. O governo tucano também deixou para 2012, dividido em duas parcelas, o pagamento do prêmio de produtividade dos trabalhadores, que, desde quando foi instituído em 2008, era depositado sempre em setembro.

Além disso, fez com que a Assembleia Legislativa, onde tem folgada maioria, adiasse a votação de projetos de reajuste para servidores dos tribunais de Justiça, da Justiça Militar, do Tribunal de Contas do Estado e dos próprios Executivo e Legislativo.

Também vem adotando medidas para aumentar a arrecadação, como o aumento nos valores do reboque e das diárias de veículos apreendidos e a criação de uma nova taxa que incidirá sobre a mineração, uma das principais atividades econômicas do Estado, todas aprovadas pelos deputados mineiros às vésperas do recesso parlamentar.


Eleições.

Mas a farra eleitoral promovida em 2010 também cobra seu preço. Apenas entre 1.º de junho e 2 de julho de 2010, às véspera das eleições, o governo gastou R$ 354 milhões em 3.063 convênios firmados com prefeituras. O valor é maior que os repasses feitos pelo Executivo durante 2009. Somando todos os convênios com municípios firmados no ano eleitoral, o desembolso chegou a R$ 954 milhões, valor 270% superior aos R$ 353 milhões liberados em 2009.

Outro golpe nos cofres públicos foi a criação de cargos para saciar o apetite dos aliados dos 12 partidos reunidos em torno das candidaturas tucanas. Ao assumir o mandato, Anastasia recebeu da Assembleia poderes para editar leis delegadas que podiam alterar toda a administração estadual sem necessidade de aprovação pelos deputados.

Em seu primeiro ato administrativo, o governador assinou decreto com a criação de três novas secretarias de Estado, além das secretarias extraordinárias da Copa do Mundo, de Gestão Metropolitana e de Regularização Fundiária. E a sangria deve aumentar. O recém-criado PSD também já cobra cargos no Executivo para integrar a base de apoio de Anastasia.

O governo não informou quantos novos cargos foram criados no total, mas apenas a lei delegada 182 cria 1.314 cargos comissionados até 2014, o que representa acréscimo de 7,5% nos 17,5 mil cargos comissionados no Executivo mineiro.

E os gastos com pessoal devem aumentar ainda mais, já que a Assembleia, no penúltimo dia dos trabalhos legislativos do ano, também aprovou projetos do governo que autorizam o Executivo a criar subsidiárias da Minas Gerais Participações S/A, do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais e da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), inclusive com a contratação de quadro de pessoal próprio por meio do regime da CLT.

Pressão.

Apesar das medidas para redução de gastos, Anastasia afirmou que "nesse momento, aparentemente, não há necessidade de cortes de cargos comissionados". "Nós podemos evitar substituições", disse.

Já Leonardo Colombini alegou que a criação desses cargos representou gasto "insignificante" diante do desembolso com os mais de 410 mil servidores. O secretário lembrou que houve crescimento da folha bem acima da receita por causa da concessão de reajustes a algumas carreiras que ficaram anos com os vencimentos congelados. Do Jornal O Estado de São Paulo

Marinha corrige PiG sobre férias de Dilma


Por Paulo Henrique Amorim, no blog Conversa Afiada:


Saiu no Blog do Planalto esclarecimento sobre a tentativa do PIG (*) de transformar as férias de Dilma numa CPI do Alvaro Dias:

Marinha corrige informações equivocadas sobre atividades em Aratu (BA)

A Marinha do Brasil esclareceu na noite de ontem (30) que não vetou o tráfego noturno de embarcações regularizadas na região da base naval de Aratu. O esclarecimento, o segundo da semana, foi enviado por mensagem a jornais que divulgaram informação equivocada de que teria sido suspenso o transporte noturno de passageiros, o que estaria acarretando transtorno a moradores da região. Segundo a nota, “não há nenhuma restrição ao tráfego noturno de embarcações destinadas ao tráfego de passageiros na área mencionada, desde que as mesmas estejam classificadas para este tipo de operação e regularizadas junto à Capitania dos Portos do Estado da Bahia.”

Restauração de casa da Base foi iniciada há mais de um ano

Outro esclarecimento da Marinha enviado esta semana a jornais, e divulgado em informe do Ministério da Defesa, corrigiu informação, também errada, segundo a Força, de que a Marinha teria reformado uma residência oficial da Base de Aratu, a Casa da Boca do Rio, especialmente para receber a Presidenta da República. Na nota, a Marinha explica que a obra começou há mais de um ano, em outubro de 2010, e não tem vínculo com a agenda presidencial.

Veja abaixo a íntegra das duas notas da Marinha do Brasil:

NOTA I – TRAVESSIA DE EMBARCAÇÕES DE PASSAGEIROS ENTRE PARIPE/MARÉ

MARINHA DO BRASIL

COMANDO DO SEGUNDO DISTRITO NAVAL

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Salvador,BA.

Em 30 de dezembro de 2011

TRAVESSIA DE EMBARCAÇÕES DE PASSAGEIROS ENTRE PARIPE/MARÉ

Com relação à matéria publicada nesse jornal, na edição de hoje, na qual foi noticiado que o tráfego noturno de embarcações foi proibido entre o Terminal de Passageiros de São Tomé de Paripe e a Ilha de Maré, o Comando do Segundo Distrito Naval esclarece que as operações naquele terminal, envolvendo embarcações autorizadas para o transporte de passageiros, ocorrem rotineiramente no período diurno, entre as 06:00 e 19:00 horas, quando há intenso movimento de passageiros, principalmente de estudantes e pessoas que trabalham em Salvador.

O Comando do 2º Distrito Naval esclarece ainda que não há nenhuma restrição ao tráfego noturno de embarcações destinadas ao tráfego de passageiros na área mencionada, desde que as mesmas estejam classificadas para este tipo de operação e regularizadas junto à Capitania dos Portos do Estado da Bahia.

Comando do Segundo Distrito Naval

Assessoria de Comunicação Social

NOTA II – REFORMA DA CASA DA BOCA DO RIO, NA BASE NAVAL DE ARATU

“Em atenção à sua solicitação, a Marinha do Brasil (MB) informa que a restauração da Casa da Boca do Rio, na Base Naval de Aratu, na Bahia, foi iniciada em outubro de 2010, não tendo, portanto, relação com a recente agenda da Presidenta da República no estado.

A decisão de reformar a residência ocorreu antes, portanto, num contexto em que foi verificada a necessidade de restauração de diversos Próprios Nacionais Residenciais (PNR) que fazem parte do 2º Distrito Naval da Marinha.

Como previsto no contrato, as obras de melhoria da casa foram concluídas este ano, no final de novembro. Antiga residência funcional da MB, a construção estava degradada, com redes de água, esgoto e energia elétrica que não mais ofereciam condições adequadas para operação e manutenção.

O projeto de restauração incluiu a substituição de materiais deteriorados e a troca de eletrodomésticos antigos por outros de baixo consumo de energia. O processo de aquisição desses equipamentos e de mobiliário iniciou-se após o encerramento das obras de engenharia civil. Parte desses equipamentos já foi entregue pela contratada e o restante deverá ser entregue até o prazo final estabelecido em contrato, que é de 60 dias.

Atenciosamente,

Centro de Comunicação Social da Marinha

Navalha

O desrespeito do PiG à Presidência da República num governo trabalhista é ilimitado.

O PiG daria uma foto de D. Ruth de maiô, nas férias, ao lado do Presidente da República ?

Em tempo: a saúde do Lula deve ser a de um touro premiado no Texas. É que a Folha (**) não o “matou” nesse sábado.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.