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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Sexo fora do casamento ou "apressado" pode aumentar o risco de "quebrar" o pênis, diz estudo

Prática afobada ou em posições estranhas seria o motivo para a ocorrência

Sexo fora do casamento ou em circunstâncias que fujam da rotina podem aumentar o risco de fraturas penianas, diz um estudo publicado pelo urologista Dr. Andrew Kramer, da Universidade de Maryland. Segundo a teoria do médico, nestas situações o sexo pode ser mais apressado ou envolver posições estranhas, o que aumenta o risco das fraturas.

Dos casos 16 analisados por Kramer entre 2004 e 2011 no hospital universitário, metade dos homens que se acidentaram estavam praticando sexo fora do casamento. A maioria fazia sexo em lugares incomuns, como banheiros, carros e elevadores. Destes, apenas três estavam fazendo sexo com a mulher em sua própria cama.

Uma fratura peniana acontece quando o pênis está ereto. Não existem ossos no órgão. O fato é difícil de ocorrer e acontece quando há ruptura de uma membrana que cerca o tecido esponjoso do membro.

DONNA ONLINE ZH

“Tucanocídio” e a crise da direita

Por Altamiro Borges

A expressão “tucanocídio”, cunhada pela jornalista Renata Lo Prete, da FSP (Folha Serra Presidente), expressa bem a grave crise vivida pela oposição de direita no país. Em sua coluna de ontem, ela apresenta novas cenas das sangrentas bicadas tucanas:

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Tucanocídio, a missão

Adormecida desde a transição, a disputa entre os grupos de Geraldo Alckmin e José Serra ressurgiu com a proximidade das prévias para escolher o candidato à prefeitura paulistana. Antes circunscrito a divergências quanto à continuidade de programas de governo, o clima de confronto contaminou a base do PSDB. Alckmistas duvidam do empenho de Serra na campanha, a depender do nome escolhido. Serristas se queixam de isolamento progressivo. O recrudescimento das hostilidades preocupa o partido. Teme-se que o protagonismo da eleição na capital acabe dividido exclusivamente entre o PT e Gilberto Kassab.

Sobe-desce. Ajuda a alimentar o quadro de tensão no PSDB o diagnóstico de que a semana dos pré-candidatos terminou com viés de alta para Guilherme Afif, agora seguro da legenda do PSD, e de baixa para o tucano Bruno Covas, que se atrapalhou no Assembleiagate.

Não entendi 1. Em resposta à queixa pública de Aloysio Nunes por ter sido excluído do programa de televisão tucano, o presidente do PSDB-SP, Pedro Tobias, diz: "É estranho que ele reclame do espaço dado a candidatos a prefeito que levaram a campanha dele ao Senado nas costas em 2010".

Não entendi 2. Tobias considera ainda que criaria constrangimentos caso permitisse a aparição de Aloysio, não-candidato declarado, no palanque eletrônico da capital. "E o que eu faria com os outros quatro que assumiram a candidatura?", indaga, referindo-se a Andrea Matarazzo, Bruno Covas, José Aníbal e Ricardo Trípoli.


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O “tucanocídio” deixou as entranhas partidárias nos últimos dias. As bicadas tucanas já eram previsíveis desde as eleições de outubro passado. José Serra, apesar dos seus 43 milhões votos, saiu do pleito politicamente desmoralizado. Já Geraldo Alckmin, eleito governador, partiu para desforra. Traído no pleito de 2008 para a prefeitura da capital, a sua vingança mostrou-se maligna. Os espaços do seu adversário foram reduzidos no Palácio do Planalto e no próprio comando nacional do PSDB.

Ventilador ligado no esgoto

Isolado, Serra esperneia e tenta evitar a aposentadoria precoce. A disputa pela prefeitura paulistana em 2012 virou o motivo das novas bicadas. Na semana passada, o candidato “jovem”, Bruno Covas, bancado por Alckmin, foi abatido antes mesmo de alçar vôo devido às denúncias de corrupção na Assembléia Legislativa de São Paulo – o Assembleiagate. Segundo as más línguas, Serra teria estimulado as intrigas no ninho para se vingar de Alckmin. Ele é conhecido pelas baixarias e queimações de bastidores.

Já na semana passada, o PSDB de São Paulo levou ao ar sua propaganda política na rádio e televisão. Não deu nenhuma canjinha para Serra e seus seguidores. O senador Aloysio Nunes decidiu, então, lavar a roupa suja em público. Em seu twitter, ele criticou a sua exclusão das inserções. José Serra também se queixou à direção estadual. O ventilador foi ligado no esgoto! Penas voam para todos os lados e já há que preveja que os serristas poderão até abandonar o PSDB. O tucanocídio só está começando.

Crise mundial e a mediocridade de Aécio

Por Altamiro Borges

Aécio Neves, candidato preferencial do PSDB à sucessão presidencial de 2014, expressa bem a total ausência de idéias e projetos da oposição demotucana. No Senado, ele é uma decepção, segundo seus próprios pares. Seus discursos são vazios, enfadonhos. Já na Folha de S.Paulo, jornal que lhe cedeu espaço para uma coluna, os seus artigos são de uma mediocridade impressionante.

Nesta semana, o senador resolveu falar sobre economia. Quando a própria mídia rentista passa a reconhecer a gravidade da crise mundial e alguns “calunistas” até recuam nas suas críticas à recente redução da taxa de juros, ele escreve um artigo, intitulado “Inflação”, para atacar a decisão do Banco Central. Sua coluna na Folha até podia ser batizada de “As platitudes de Aécio Neves”.

Os desgastados chavões neoliberais

Para o brilhante “economista” tucano, a redução dos juros é uma “medida inflacionária”. Ela sinalizaria que “o governo extinguiu a bem sucedida política – aqui e no mundo – de metas de inflação, inaugurada no Brasil em 1999... Nada justifica o retorno a políticas voluntaristas que emperraram no passado o crescimento da nossa economia”.

Além de bajular o governo do seu padrinho FHC, que colocou o Brasil de joelhos diante do Fundo Monetário Internacional (FMI), Aécio Neves repete velhos e desgastados chavões neoliberais. Ele insinua que o governo estaria dando uma guinada “abrupta” na política macroeconômica, superando o tripé ortodoxo dos juros elevados, superávit fiscal e libertinagem cambial.

“Propaganda eleitoral gratuita”

Na prática, o texto é uma cópia rastaqüera das conclusões do seminário do Instituto FHC de agosto passado. Nele, os economistas tucanos defenderam a radicalização do programa neoliberal, pregando “menos estado”, mais privatizações e “maior abertura” da economia brasileira. Ou seja: a coluna de Aécio Neves na Folha serve apenas como “propaganda eleitoral gratuita” do PSDB.

Quem afirma isto é a própria ombudsman do jornal, Suzana Singer, que detonou os textos do senador na sua coluna de domingo passado. “De 11 artigos do ex-governador tucano, pelo menos seis pareciam discurso de Congresso, com críticas nada originais ao governo federal e promoção de iniciativas de Minas Gerais”. As platitudes de Aécio Neves servem apenas de “palanque eleitoral”.